terça-feira, 13 de agosto de 2013

Licitação da ferrovia entre MT e GO deve sair em dezembro

Investimento previsto é de 6,6 bilhões e, 1.000 quilômetros de ferrovia.


Ferrovia chegará a Lucas do Rio Verde em cinco anos, segundo previsão do Governo
A audiência pública sobre a construção da Ferrovia de Integração do Centro Oeste (FICO), que vai ligar Mato Grosso a Goiás - será realizada no dia 14 de agosto, no Hotel Gran Odara, em Cuiabá.

A aprovação do projeto pela população em audiência pública é a última etapa antes do lançamento da licitação da obra. De acordo com o secretário de Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo, o leilão do trecho de 1.065 quilômetros, entre Goiás e Lucas do Rio verde - MT (354 km ao norte de Cuiabá), deve ocorrer em dezembro deste ano.

O investimento estimado é de R$ 6,6 bilhões, ou cerca  de R$ 6,2 milhões por quilômetro da estrada de ferro. O traçado inclui a construção d pontes, viadutos e pátios de cruzamentos. "Após a ferrovia passar pela consulta pública, o Governo Federal vai publicar o edital e realizar o leilão. Em dezembro, deve ser alerta a licitação, e a empresa vencedora vai fazer o projeto executivo e a obra. Em cinco anos, a Fico estará pronta para operar e ajudar no escoamento da produção mato-grossense", disse Vuolo. 

A Fico será licitada no novo marco regulatório ferroviário brasileiro, em vigor desde o ano passado. Pelas novas regras, o Governo firmou o compromisso de subsidiar o valor de até 85% da carga prevista no estudo de viabilidade, dando aos investidores a segurança de que o investimento ter;a retorno garantido. Outra mudança foi com rela;cão ao modelo de exploração da estrada de ferro. Elas passarão a funcionar como as rodovias privatizadas, em que basta pagar um pedágio para utilizar os trilhos.

Traçado

A Fico tem início no entroncamento com a Ferrovia Norte-Sul, no município de Campinorte, em Goiás, corta o Estado de Mato Grosso de leste a oeste na região médio-norte, e está projetada para chegar até Vilhena, em Rondônia.

Somente o trecho entre Campinorte e Lucas do Rio Verde terá 1.065 km de extensão, o que multiplicará a extensão da incipiente malha ferroviária mato-grossense. A segunda etapa da ferrovia será a extensão até Vilhena (RO), com mais de 598 km de trilhos. Ela faz parte de um projeto maior, a Ferrovia Transcontinental, que sairá do litoral norte do Rio de Janeiro, cortando Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre até o Peru, promovendo a ligação entre os oceanos Atlântico e Pacífico.  

Encontro

Francisco Vuolo participou, nesta terça feira e quarta feira (7 e 8), do 4o. Encontro de Ferrovias em Vilhena (ES). Na ocasião, Cuiabá se candidatou para sediar o próximo encontro, em 2015, e, de acordo como secretário, há grandes chances de a capital mato-grossense ser escolhida. O anúncio da próxima sede deve ser feito em setembro.

"No próximo encontro, Cuiabá já terá o VLT (veículo leve sobre trilhos) em funcionamento, e é possível que as obras da ferrovia Senador Vicente Vuolo, do trecho entre Rondonópolis e a capital, já estejam em andamento. Para Cuiabá , é importante receber um evento como esse, que traz mais de mil pessoas, e serve para discutir diversos temas relacionados ao transporte ferroviário", disse.

Laíse Lucateli
da redação

FONTE: Mídia News.







quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Paranatinga: imprensa busca apoio da sociedade do município para abaixo assinado e possível fechamento da MT 130

Data: 07/08/2013


Da Redação
Ha  muito tempo a imprensa de Paranatinga tem noticiado as péssimas condições da MT 130 e também a 020 que são as principais vias de acesso e escoamento de da produção não somente de Paranatinga mas de toda uma região rica em produção de grãos e forte na pecuária.

A região tem recebido grandes investidores e também muitas promessas da classe política de MT porem sem uma ação que gere resultados concretos para a população que vive a mercê do descaso político pelo qual passa o município.

Varias também já foram as cobranças da classe política do município na tentativa em vão de conseguir simples benefícios para a MT como por exemplo uma barra de proteção para ser colocada na Serra do Culuene palco de vários acidentes inclusive alguns com vitimas fatais.

Diante desse quadro não restou outra alternativa a não ser seguir o exemplo da população que recentemente tomou as ruas das cidades e capitais em busca de resultados em benefícios de uma população totalmente desprotegida pela legislação atual e abrir uma discussão sobre o fechamento do MT 130  ate que haja por parte dos responsáveis algo mais concreto sobre a atual condição pela que encontra uma rodovia que não oferece condições de trafegabilidade em alguns trechos e que vive de promessas e sinais claro de um pedágio no qual a população é contra..
Paranatinga News
Foto Edgard Costa - Paranatinga News

As péssimas condições da MT 130 vem causando prejuízo a população de Paranatinga, esse problema se estende a mais de 2 anos, quem passa pela rodovia sente na pele as péssimas condições da estrada, e nem precisa ir muito longe para sentir na pele essa realidade, logo na saída da cidade os buracos já tomam conta da MT, e essas condições vão por toda sua extensão, o trecho mais critico esta dentro do município de Paranatinga da cidade até a ponte do Rio Culuene, um trecho de serras que além da má conservação do asfalto não conta com nenhuma sinalização colocando em risco pessoas que passam por ali.

Cansados com esta situação a imprensa local decidiu ouvir a opinião da população e em uma reunião realizada no fim da tarde de segunda feira, muitas idéias foram levantadas.
Um baixo assinado esta sendo feito e a meta e chegar a pelo menos 5 mil assinaturas, que irão acompanhadas a uma carta aberta endereçada ao Governador do Estado pedindo urgência na recuperação da rodovia.

Na reunião foi criada uma comissão para acompanhar o Poder Legislativo e executivo em uma manifestação que será feita enfrente ao prédio do Governo do Estado.
E colocado em votação 100% das pessoas presentes optaram por uma grande manifestação que será realizada no dia 12 de agosto, ficou decidido que a manifestação terá dia para começar, mais não para terminar, pessoas se colocaram a disposição por 30 dias para ficar na manifestação.

A reunião contou com a presença do poder executivo, legislativo e demais segmentos da sociedade, como sindicatos, associações, maçonaria e comerciantes, e até mesmo a presença do Deputado Estadual Zeca Viana que se prontificou a ajudar e fazer parte do movimento.

Uma nova reunião ficou marcada para quarta feira 07/08 as 17 horas a comissão vai definir e organizar a manifestação.

Edgard Costa (Paranatinga News) e Denize Frizon (Frizon Online)

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Malha ferroviária reacende expectativa da melhoria logística em MT

Chegada de trilhos apontam novo caminho para o escoamento da produção
Secom-MT

Ferronorte é a única ferrovia em funcionamento em Mato Grosso; ao fundo, o terminal de Itiquira

LAÍSE LUCATELLI
DA REDAÇÃO

A chegada dos trilhos da Ferrovia Senador Vicente Vuolo (Ferronorte) a Rondonópolis e a iminência da licitação da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), que ligará Lucas do Rio Verde a Campinorte (GO), apontam um novo caminho para o escoamento da produção e a chegada de produtos industrializados a Mato Grosso. Além da Ferronorte e da Fico, também começa a ganhar musculatura o debate em torno de uma ferrovia que siga pelo leste do Estado, e atravesse a região do Araguaia até o Pará.
 
A perspectiva concreta de implantar uma malha ferroviária em Mato Grosso gera expectativa de que, finalmente, possam ser eliminados os gargalos que travam a logística de transportes do Estado, hoje baseada no transporte rodoviário – e precário.

Com a decisão do Governo Federal de priorizar a expansão da malha rodoviária e o transporte sobre rodas, na década de 1960, as ferrovias foram aos poucos sendo deixadas de lado no Brasil. O país chegou a ter mais de 35 mil quilômetros de estradas de ferro, em 1950, e hoje são apenas 28,6 mil quilômetros, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Mato Grosso sempre esteve de fora dessa expansão. Em 1976, o então deputado federal Vicente Emílio Vuolo elaborou o plano de interligação ferroviária entre São Paulo e Mato Grosso, chegando a Rondônia e ao Pará, buscando saídas para o Norte e o Oceano Pacífico. O projeto foi feito na década de 1980, e abandonado pelo alto custo de implantação, e retomado somente na década de 1990.


"Mato Grosso não precisa somente de uma ferrovia, mas de uma malha ferroviária. Daqui a 10 anos, isso será uma realidade"

A primeira cidade mato-grossense a receber uma estrada de ferro foi Alto Taquari (479 km ao sul de Cuiabá), no ano 2000. Desde então, a ferrovia que levou o nome de seu idealizador, Vicente Vuolo, pouco avançou, e somente este ano chega a Rondonópolis (212 km ao sul).

“Mato Grosso não precisa somente de uma ferrovia, mas de uma malha ferroviária. Daqui a 10 anos, isso será uma realidade. Poderemos aumentar a produção porque teremos como escoar. Hoje temos filas de caminhões para descarregar nos terminais e toneladas de soja se perdendo porque não tem como armazenar nem como escoar”, afirmou o secretário de Estado de Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo, filho de Vicente.

Ferronorte
Com três terminais em operação no Estado – Alto Taquari, Alto Araguaia (414 km ao sul), e Itiquira (357 km) –, e um quarto a ser inaugurado nas próximas semanas, em Rondonópolis, a Ferronorte é a única estrada de ferro existente hoje em Mato Grosso, e conta com 370 quilômetros de trilhos dentro do Estado. 

“De acordo com a ALL (América Latina Logística, concessionária desse trecho), o terminal de Rondonópolis será o maior da América Latina, com 385 hectares. Vai dar para carregar duas locomotivas e descarregar seis caminhões ao mesmo tempo, o que representa um incremento de 10 milhões de toneladas de carga por ano nessa ferrovia. O gargalo que existe hoje, com quilômetros de filas de caminhões esperando para descarregar, vai acabar”, afirmou Francisco Vuolo, que prevê, ainda, uma redução de cerca de 10% no custo do frete para quem utilizar essa via.

“A partir da inauguração do terminal de Rondonópolis, começarão a chegar ao Estado contêineres com produtos industrializados de fora. Porém, Rondonópolis ainda não é o mercado ideal para isso, e sim Cuiabá. Por outro lado, devido à capacidade desse terminal, nossa produção já vai ser escoada com muito mais facilidade”, disse o secretário.

A expansão até Cuiabá é um sonho antigo, que dependerá do resultado dos estudos de viabilidade, em elaboração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e da boa vontade do Governo Federal. Se os entraves burocráticos forem vencidos com agilidade, esse trecho pode ser licitado já em 2014.

Após chegar à capital, o próximo passo será levar a estrada de ferro até Santarém (PA), por mais 1,8 mil quilômetros, acompanhando o traçado da BR-163. Para esse trecho, já há investidores estrangeiros (em sua maioria chineses) interessados em bancar a obra.
Posteriormente, deve ser estudada a expansão de Cuiabá a Porto Velho (RO). Vuolo explicou que dois traçados são analisados para esse trecho – um passando por Cáceres (225 km a oeste), e outro por Barra do Bugres (168 km a médio-norte).


"A partir da inauguração do terminal de Rondonópolis, começarão a chegar ao Estado contêineres com produtos industrializados de fora. Porém, Rondonópolis ainda não é o mercado ideal para isso, e sim, Cuiabá"

Ferrovia de Integração do Centro-Oeste
A licitação da Fico está prevista para o segundo semestre deste ano, e a concessionária que vencer o leilão terá prazo de 5 anos para entregar a obra. Somente o trecho entre Goiás e Lucas do Rio Verde (354 km ao norte) terá 1.065 quilômetros de extensão, o que multiplicará a extensão da malha ferroviária mato-grossense. 

A segunda etapa da ferrovia será a extensão até Vilhena (RO), com mais 598 quilômetros de trilhos. A Fico tem início no entroncamento com a Ferrovia Norte-Sul, no município de Campinorte, em Goiás, corta o Estado de Mato Grosso de leste a oeste na região Médio-Norte, e está projetada para chegar até Vilhena, em Rondônia.

Ela faz parte de um projeto maior, a Ferrovia Transcontinental, que sairá do litoral norte do Rio de Janeiro, cortando Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre até o Peru, promovendo a ligação entre o Atlântico e o Pacífico. 

Ferrovia MT-PA
Ainda em fase embrionária, a ferrovia que cortará a região do Araguaia está sendo debatida entre os governos de Mato Grosso e do Pará. A articulação é liderada pelo deputado José Riva (PSD), que defende um traçado de 1,6 quilômetros de trilhos, partindo de Água Boa (730 km a leste) até Barcarena, no nordeste paraense. 

Outra possibilidade seria partir de Água Boa até Marabá, no sudeste do Pará. A ligação com o nordeste seria viabilizada com a construção de dois ramais, um até o porto de Vila do Conde (Barcarena) e outro até o porto de Espadarte (em Curuçá), que está em fase de implantação.

“Acredito que a presidente Dilma Rousseff (PT) vai encampar a ideia da ferrovia MT-PA. Precisamos de logística para chegar aos portos, e assim Mato Grosso terá condições de competir com outros entes da federação que estão em condições privilegiadas, como São Paulo e Paraná. Essa competição tão esperada só será possível se apostarmos na ferrovia MT-PA, que terá conexão com outras ferrovias do Estado”, defende o parlamentar.
A ANTT, por enquanto, ainda não trabalha com o planejamento da ferrovia MT-PA, e será preciso muita articulação política para vencer as etapas burocráticas que separam o sonho da realidade.

Fonte: 

Midia News 



terça-feira, 25 de junho de 2013

MANIFESTAÇÃO EM CUIABÁ - DEPOIMENTO: METAMORFOSE AS AVESSAS

"Participei nesta quinta-feira, 20/06/13, da manifestação histórica que levou às ruas de Cuiabá cerca de 50 mil pessoas, a esmagadora maioria de jovens. Nos 4 km, aproximadamente, que separam a Prefeitura da Assembléia Legislativa constatei que a nossa Cuiabá está fétida. Suas ruas, em vários pontos, exalam mau cheiro de esgotos, alguns vazando e escorrendo a céu aberto.


Mas os jovens pouco ou nada ligavam para isso. Estavam corretamente mais atentos aos maus cheiros que emanam das nossas instituições e da nossa sociedade: corrupção; impunidade; políticos quando processados ou condenados, permanecendo a ocupar funções políticas; velhas lideranças políticas desgastadas, e, no entanto, comandando posições políticas chaves na nação; má qualidade nos serviços públicos essenciais como saúde, segurança e educação; construções de estádios, verdadeiros elefantes brancos, perante tantas carências básicas da sociedade; iniciativas políticas altamente questionáveis como a PEC 37; etc.

Observei que os protestos foram explícitos e firmes, mas pacíficos. A absoluta maioria não demonstrava a mínima atitude agressiva ou vândala. A polícia teve pouco trabalho, agindo em apenas alguns poucos casos isolados. A tônica do movimento, enfim, se pautou na coragem de indignar-se e na consciência cívica em dizer não a falta de ética e de eficiência das instituições públicas, e dizer sim aos interesses públicos e coletivos, tão comumente vilipendiados.

Aonde estas manifestações nos levarão? Não sei, contudo a postura destes jovens me fez refletir sobre as gerações anteriores, nas quais os meus 52 anos inevitavelmente me incluem.  Vi (com certa tristeza e melancolia confesso) que as gerações passadas perderam esta coragem e consciência, demonstradas nas lutas pela redemocratização; pelo fora Collor dos caras pintadas; pelas conquistas a vários direitos civis e trabalhistas historicamente relegados à segundo plano.

Aquele senso cívico e patriótico que tínhamos foi se esvaecendo ao longo dos anos. Parece que suas manifestações ficaram restritas a jogos da seleção de futebol quando existem inúmeros casos e oportunidades em que ele se faz mas necessário. Muitos de nós mandamos as favas a ética, a moralidade, o apreço à verdade e à honestidade, o compromisso com a palavra dada, a fidelidade à ideologia proclamada; Por outro lado, demos viva à conquista e manutenção do poder, à vaidade, ao interesse econômico, à vitória a qualquer custo, ao prazer fácil e imediato... Em resumo, aderimos à filosofia pós-moderna do desfrutar e sugar o máximo possível do aqui e agora, em detrimento de tais valores.


Como conseqüência, fizemos um Brasil um pouco melhor materialmente daquele que recebemos sim, mas que está cheirando muito mal em várias questões.

O PT é, talvez, o exemplo mais claro deste processo de transformação, desta metamorfose às avessas: a borboleta de atraente ideologia que, no poder, construiu o seu casulo e de lá saiu lagarta, cega e ávida em devorar mais e mais poder, custe o que custar, doa a quem doer. Agora a pior notícia: a transformação em lagarta não tem caminho de volta.
 
Parabéns jovens manifestantes! Mas, Cuidado! Não se deixem transformar em lagartas. Tenham em mente que os seus filhos e netos, os jovens futuros, não hesitarão de ir às ruas lhes apontarem os erros em alto em bom som, assim como hoje vocês com todo o direito estão fazendo.

Viva a juventude do Brasil! "

Cuiabá-MT, 21 de junho de 2013.



Edison Luiz Borges Francisco
Funcionário Público Federal, Administrador e Advogado.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Pedro Taques afirma que protestos são a população de “saco cheio” da corrupção

Pedro Taques afirma que protestos são a população de “saco cheio” da corrupção
“A população está impaciente. Se me permitem um expressão um pouco mais forte, está de ‘saco cheio’”, afirmou o senador Pedro Taques (PDT), ao definir os motivos dos manifestos que começaram em São Paulo e já se espalham por todo Brasil, tendo chegado em Cuiabá no domingo.

Senador de MT quer mudar forma de escolha de membros de tribunais eleitorais

Para o senador, o movimento que corre o território nacional é um indicador do fim da paciência do brasileiro com a falta de competência na gestão pública, com a corrupção e com a impunidade. “O povo sai as ruas porque não aguenta mais, cansou de esperar”, disse, durante a posse da nova diretoria do Sistema Famato, na noite d segunda-feira (17).

“O povo está impaciente com a falta de saúde. Está impaciente com a falta de segurança. Com a falta de educação. Está impaciente com a falta de infraestrutura. Com a falta de portos. Com as promessas repetidas que não são cumpridas nunca. Tem só dois anos e meio que sou senador e eu já estou impaciente de ouvir promessas de que vão arrumar a BR 158, por exemplo”, discursou.

Ele ainda ressaltou que o casos pontuais de vandalismo e depredação de bens devem ser ignorados e não tiram a validade e a importância dos protestos. “É claro que existem radicais. Mas o movimento precisa ser respeitado e os radicais ignorados”, concluiu.

Outro pedetista que manifestou apoio a onda de protestos que se espalha pelo Brasil foi o presidente regional do partido, deputado estadual Zeca Viana. Para ele, tudo isso é uma amostra do descontentamento da sociedade com a atual política de gestão pública e todos os outros descontentes também deveriam reivindicar melhorias.

O prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), também esteve no evento e citou os movimentos. “Deve ser porque estamos construindo estádios de primeiro mundo e temos saúde de quinto mundo. Educação de quinto mundo. Segurança de quinto mundo. Mas a Copa vai ser em Cuiabá e isso não vai mudar, então precisamos tirar proveitos disso”, ponderou.

As manifestações começaram na semana passada em São Paulo contra o aumento da tarifa de ônibus e aos poucos ganharam contornos maiores, com protestos contra o dinheiro público gasto com a Copa do Mundo e a corrupção.

Pouco a pouco os protestos ganharam outras capitais, como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília, e agora está em praticamente todo país, tendo chegado a Cuiabá no domingo (16), em um “contra-movimento” a passeata em prol da Copa em Cuiabá.

FONTE: OLHAR DIRETO

Estradeiro verificará obras da BR-242 que ligará Leste a Oeste

Data: 17/06/2013
A comitiva verificará de perto a situação das obras em andamento e as possíveis dificuldades na execução dos trechos que ainda estão em revisão de projetos

Fonte: Assessoria

Na próxima segunda (17) o Movimento Pró-Logística realiza o segundo Estradeiro pela BR-242 e o terceiro do ano. Atualmente 156 quilômetros da rodovia estão em pavimentação e 285 em revisão de projetos. A conclusão da BR-242 deve ligar as regiões Leste e Oeste, de Ribeirão Cascalheira, na BR-158, a Sorriso, pela BR-163.
O objetivo desse estradeiro é verificar de perto a situação das obras e as dificuldades que serão encontradas nos trechos que ainda serão implantados e que se encontram em revisão de projetos, segundo o diretor do Movimento-Logística, Edeon Vaz.

A pavimentação da BR-242 possibilitará novas opções para escoar os grãos aos produtores dos municípios de Ribeirão Cascalheira, Canarana, Querência, Gaúcha do Norte, Nova Ubiratã, Paranatinga e Sorriso. “Os produtores terão opção de escoar pela BR-163 ou pela BR-158, o que deve gerar competitividade entre as tradings, possibilitando melhores preços pagos pelos grãos aos produtores da região”, explicou Edeon.

A safra da região poderá ser escoada pela BR-163 até o Porto de Miritituba ou Santarém, no Pará, pela BR-158, que liga à divisa do estado do Pará, desta à Redenção (PA) e pela BR-155, até Marabá (PA). Assim, chegará à hidrovia do Rio Tocantins e aos portos de Vila do Conde, em Barcarena (PA), e Outeiro-Belém (PA).

A expedição contará com dois simpósios, um em Sorriso no dia 17, às 19h, no Sindicato Rural, e outro em Querência, no dia 18, às 19h, no Sindicato Rural. Nessa reunião com os produtores será apresentada a situação logística da região, além da oportunidade de serem tiradas as dúvidas. Também haverá um grupo de trabalho no município de Nova Xavantina, no dia 19, que discutirá sobre a implantação futura da hidrovia do Rio das Mortes - Araguaia.
 
Movimento-Pró-Logística

O Movimento Pró-logística de Mato Grosso tem como missão articular junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário a implantação e manutenção de obras rodoviárias, ferroviárias, hidroviárias e portos que possibilitem redução de custos para o setor produtivo e a comunidade em geral.

O Movimento é composto pela Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), pelo Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio/MT), pela Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Frente Parlamentar de Logística de Transportes e Armazenagem (Frenlog), pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea/MT), pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), pela OCB/MT – Organização das Cooperativas Brasileiras em Mato Grosso, pelo Instituto Ação Verde e Governo de Mato Grosso.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

SINAL DE CELULAR JÁ É REALIDADE!!!

No dia 13 de junho tivemos aqui em Santiago uma reunião com moradores e com um representante da Brasiltelecom por intermédio do Sr. Darci proprietário da Inovar Materias de Construção. E de acordo com o que foi falado,logo em breve teremos uma torre para pegar o sinal de celular.... 

Enfim a nossa hora está chegando!...

Foi acordado que o valor para a aquisição da torre será dividido entre os moradores através da Associação (AMOSAN). Aproveito pra fazer um apelo aos nossos queridos amigos moradores que se nós pretendemos ver a nossa vila crescer e se tornar um excelente locar para se morar com todos os serviço a que temos direito é imprescindível que nos unamos e nos fortaleçamos enquanto comunidade. Por isso que a nossa Associação foi criada, não tenham medo de contribuir na mensalidade, ninguém quer nos lesar e sim ajudar. Pensem nisso, comunidade unida jamais será vencida!!!!!!!